Orientações Para Componentes Semipresenciais

Uma iniciativa do Núcleo de Apoio Pedagógico Campus Chapecó

Universidade Federal da Fronteria Sul

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Semipresencial ou EaD

EaD, semipresencial, aulas remotas, aulas virtuais, aulas on-line e por aí vai. Afinal, o que significa cada coisa?

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Conteúdos

Veja informações, dicas e recursos para a produção de conteúdo, além de observações sobre direitos de uso.

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Atividades

Depois de criar conteúdos, como criar e acompanhar as atividades? Veja exemplos e informações sobre isso.

Introdução

Diante da situação de pandemia de Covid-19 que enfrentamos no Brasil atualmente, o Ministério da Educação autorizou, por meio da Portaria 343 de 17 de março de 2020, a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais enquanto perdurarem as medidas de distanciamento social implementadas pelas autoridades políticas e sanitárias. O período de substituição, que inicialmente era de 30 dias, foi prorrogado por mais 30 dias, conforme Portaria 473, de 12 de maio de 2020. Na UFFS, a Portaria nº 293/GR/UFFS/2020 orientou a oferta de componentes curriculares durante o período de suspensão das atividades presenciais e a Resolução nº 3/CONSUNI/UFFS/2020 apresentou condicionantes à oferta de componentes curriculares semipresenciais no período de suspensão das atividades presenciais.

Nesse cenário, muitos professores estão tendo a oportunidade de explorar diferentes tecnologias para ministração de aulas remotas. Criar aulas remotas, virtuais, a distância, semipresenciais ou qualquer outra nomenclatura que venha a ser empregada no momento, requer a compreensão de alguns pontos importantes. Pensando nisso, no Campus Chapecó, o Núcleo de Apoio Pedagógico em parceria com o curso de Ciência da Computação, elaborou orientações e sugestões que poderão contribuir na hora de preparar, ministrar ou acompanhar as aulas a distância.

Orientações

Série de documentos compilados como orientações para facilitar seu trabalho.

Formações

O Núcleo de Apoio Pedagógico está constantemente organizando e promovendo capacitações.
Confira nossa programação sobre formações para atuação docente no ensino remoto.

Formações agendadas

Cronograma de formações. Ensino remoto em pauta: ciclo de webconferências.

Data Tema Ministrante
09.09.2020 Gamificação: estratégias de engajamento de jogos na educação Fernando Bevilacqua - UFFS
23.09.2020 Acolhimento aos estudantes pelos professores no retorno ao semestre letivo Assessoria Pedagógica, NAP e SAE Campus Chapecó - UFFS

Formações já realizadas

Data Tema Ministrante
02.07.2020 Materiais didáticos para aulas remotas Elisângela Ribas - UFFS
05.08.2020 Ferramentas de atividades para aulas remotas Ivan Prá - IFRS
12.08.2020 Como ensino e como avalio no ensino remoto Mônica Ferreira - CEFET MG
19.08.2020 Criação de videoaulas Paulo Roberto Montanaro - UFScar
26.08.2020 Diálogo sobre aulas remotas Elisângela Ribas - UFFS
02.09.2020 Qualidade em aulas virtuais Júlia da Silva - IFRS

Siga no Youtube

Várias das capacitações promovidas pelo NAP são gravadas e disponibilizadas no Youtube. Se você não teve a oportunidade de participar ao vivo, confira nosso canal.

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Semipresencial ou EaD

Afinal, qual a diferença?

Em tempos de pandemia, muitas instituições de ensino optaram por ofertar as aulas de forma remota enquanto perdurarem as orientações sobre isolamento social. Mas com isso, muitas terminologias estão sendo associadas a esse processo. EaD, semipresencial, aulas remotas, aulas virtuais, aulas on-line e por aí vai. Afinal, o que significa cada coisa?

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Semipresencial

De acordo com a legislação vigente, especialmente a LDB, Lei nº 9.394/1996, existem duas modalidades de ensino no Brasil, a educação presencial e a educação a distância. Contudo, se convencionou utilizar o termo semipresencial atrelado à oferta de carga horária a distância. Essa nomenclatura se popularizou após publicação da portaria nº 4.059/2004, primeira regulamentação que autorizou a oferta de parte da carga horária dos cursos de graduação presenciais na modalidade de ensino a distância. Para essa carga horária a distância, o Ministério da Educação informou que as instituições poderiam ofertar até 20% da carga horária total dos cursos de graduação por meio de “modalidade semi-presencial”. Contudo, nas regulamentações posteriores houve atualização do termo para “modalidade de ensino a distância” Além disso, durante anos atribui-se o termo semipresencial ao componente curricular com parte de carga horária a distância, ofertado em curso de graduação presencial. Portanto, para o caso dos componentes semipresenciais, os professores, além dos encontros presenciais predominantes, utilizam ambientes virtuais de aprendizagem para o desenvolvimento das aulas a distância. Então é correto dizer que o componente curricular é semipresencial, já que é ofertado em um curso presencial. Mas é correto também dizer que aquelas aulas virtuais dentro desse componente semipresencial são aulas a distância, aulas remotas, aulas on-line ou aulas virtuais.

Educação a Distância (EaD)

Termo utilizado para descrever uma modalidade de ensino. Na EaD, a mediação didático-pedagógica dos processos de ensino e de aprendizagem acontece com a utilização de tecnologias de informação e comunicação (TIC). Em relação aos cursos de graduação, existem cursos presenciais e cursos a distância (alguns dos quais usam o termo cursos EaD). Cursos a distância são aqueles cuja carga horária predominante é ofertada por meio da EaD. Cabe ressaltar que esses cursos são ofertados por instituições credenciadas para a oferta de cursos de graduação ou pós-graduação a distância. Recentemente tem-se empregado o termo híbrido para nomear os cursos presenciais que utilizam parte da carga horária a distância, conforme regulamentação nacional. Esses cursos se tornaram uma realidade após a Portaria do nº 2117, 2019 do MEC que autorizou a oferta de até 40% da carga horária de um curso presencial na modalidade EaD.

Conteúdos

A produção de conteúdos para as aulas virtuais apresenta especificidades em relação à produção de materiais de apoio para as aulas presenciais.

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Nas aulas ministradas virtualmente, os conteúdos são apresentados para substituir as informações que, muitas vezes, são explicadas pelos professores ou explorados pelos alunos sob orientação do professor. Enquanto, nas aulas presenciais, os professores utilizam, com muita frequência, as apresentações de slides como apoio para a fala, nas aulas a distância esses mesmos slides acabam não fazendo sentido, pois o aluno dispõe apenas dos elementos chaves descritos nos slides e nem sempre conseguem compreender a totalidade das ideiais.

Outro recurso muito utilizado nas aulas presenciais é a indicação de textos de referência na área, geralmente são capítulos de livros ou artigos científicos e que fornecem subsídios para que os alunos compreendam melhor o assunto a ser trabalhado. Contudo, os textos apresentam uma linguagem técnica e geralmente os professores os utilizam como apoio ou preparação para melhor explicar os conteúdos da aula. Além da linguagem técnica, existe a questão dos direitos autorais. Capítulos de livros ou artigos científicos (assim como qualquer material produzido por terceiros) nem sempre podem ser utilizados como materiais didáticos em ambientes virtuais de aprendizagem. Para isso, é importante conhecer o tipo de proteção atribuído a cada material que se deseja utilizar, seja ele em formato de texto, vídeo, imagem ou áudio.Considerando as questões anteriores, as quais nos fazem pensar que os materiais didáticos utilizados em aulas presenciais não podem ser os mesmos para as aulas a distância, deparamo-nos com a necessidade de produzir materiais específicos para essas aulas. Então identificamos diversas possibilidades de criação de conteúdo, como vídeos, podcast, animações, aulas online, jogos, entre outros. Mas antes de tudo, é preciso conhecer a equipe de apoio para essa construção.

Quando não há equipe envolvida e a produção precisa ser feita exclusivamente pelo professor, é importante pensar em utilizar os começar utilizando o material escrito. Além de ser o recurso mais universal em termos de acessibilidade tecnológica, também é o recurso mais inclusivo em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência. Ainda sobre a produção de materiais didáticos, é importante pensar que tudo começa com um planejamento. Afinal, qual será o objetivo da aula, o assunto a ser trabalhado, os recursos e ferramentas que serão utilizados? Serão criadas atividades? Quanto tempo o aluno precisará se dedicar para aquela aula? É importante pensar sobre todas essas questões, por isso a etapa de construção das aulas exige muita dedicação por parte dos professores.

Na hora da escrita dos textos, é importante pensar que a forma de comunicação mais apropriada é o uso de uma linguagem dialogada, aquela que representa uma conversa com o estudante. A exemplo desse tipo de linguagem, é possível observar a estrutura deste material que estamos apresentando. O texto apresenta algumas perguntas, algumas respostas, exemplos e remete a outros materiais mais complexos sobre o assunto.É possível utilizar materiais de terceiros? Sim, com certeza! De posse de autorização dos direitos do autor, é possível reutilizar seus materiais.  Além da autorização do autor para um determinado material, existem certos tipos de licenças que autorizam a cópia, distribuição, edição e outras formas de reutilização de materiais produzidos por outras pessoas. Esses materiais geralmente são disponibilizados em repositórios de recursos didáticos.

Listamos algumas sugestões de repositórios de recursos didáticos:


  • Banco Internacional de Objetos Educacionais
  • LabVirt USP - Repositório com conteúdos de Química e Física
  • Domínio Público
  • Repositório de objetos educacionais da Rede Profissional e Tecnológica (Rede e-Tec Brasil)


  • Para saber mais sobre os repositórios e assuntos relacionados, recomendamos o curso Repositórios de Materiais Didáticos Digitais e Direitos de Uso  ofertado pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul - IFRS . Além deste, existem diversos outros cursos a distância que visam capacitar para atuação na modalidade de EaD.

    Sobre os direitos de uso, sugerimos que você assista ao vídeo ao lado que aborda questões importantes sobre os direitos autorais na produção de conteúdo para aulas virtuais.

    Link para o vídeo

    Algumas instituições federais, que possuem mais experiência na oferta de componentes curriculares semipresenciais ou cursos a distância, têm orientações específicas sobre a produção de material didático para EaD. Por isso, listamos alguns materiais que poderão contribuir com o assunto:

    Produção de vídeos

    Produzir vídeos se tornou uma tarefa mais fácil depois que os celulares começaram a apresentar câmeras com resoluções cada vez melhores. Contudo, os vídeos ainda geram arquivos bem pesados e os ambientes virtuais, como o Moodle, não suportam um arquivo com mais de 250 Mb, o que equivale a praticamente 10 minutos de gravação (dependendo da resolução do vídeo, claro!). Isso faz com que o vídeo tenha que ser colocado no YouTube e depois inserido como um link no Moodle, o que é uma alternativa muito utilizada. Gravar um vídeo sobre algo que está acontecendo em nosso cotidiano, como se faz bastante nos stories do Instagram, é muito mais simples do que gravar uma videoaula.

    Videoaula é o conceito atribuído ao vídeo cujo objetivo é o de apresentar explicações sobre determinado assunto. Você já gravou uma videoaula? Por onde começar? Antes de fazer a gravação em si, é importante preparar um roteiro, pensar em quais recursos serão utilizados e organizar a estrutura da aula. Definido o roteiro, é importante realizar alguns testes antes de produzir a versão final do material. Qual será o local em que serão feitas as gravações? Será necessário usar algum tipo de microfone? A iluminação está adequada? O cenário de fundo está apropriado? Existem ruídos externos que poderão ser captados no áudio? Essas são questões a serem respondidas para uma gravação adequada.

    Existem alguns recursos que facilitam a produção dos vídeos, como  um tripé para câmera digital ou celular, aplicativo de teleprompter (aquele que apresenta o texto na tela, utilizado comumente nos telejornais), fone de lapela, fone de ouvido de celular, entre outros. Aliás, existem inúmeros recursos que podem contribuir com as gravações, mas é importante lembrar que se você não é jornalista, não precisa se preocupar tanto em realizar uma superprodução! Afinal, o celular e um aplicativo de edição poderão ser suficientes.

    Após definir o roteiro, os recursos e realizados alguns testes, faça a gravação de sua aula. Uma aula gravada pode ter a mesma estrutura de uma aula presencial, ou seja, ter introdução, desenvolvimento, encaminhamentos de atividades e fechamento. Não há necessidade de que o vídeo tenha o mesmo tempo de duração do que uma aula presencial, por exemplo, até mesmo porque o arquivo ficaria muito grande e mais difícil de ser manuseado. O mais interessante seria mesclar diferentes meios de informação aos estudantes, como um vídeo não muito longo (30 minutos, por exemplo), um texto, atividades, etc.

    Realizada a gravação, reveja o vídeo e certifique-se de que algo precisa ser editado. Caso precise ser editado, alguns recursos do próprio celular habilitam a edição do vídeo, mas quem desejar edições avançadas, poderá contar com softwares específicos para edição de vídeos, como o Filmora, que possui versão grátis e pode ser utilizado no computador e uma versão mais limitada disponível para celular. Depois de realizada a edição, seu vídeo estará pronto para publicação. Como informado anteriormente, um vídeo muito longo não poderá ser carregado diretamente no Moodle, por exemplo, e também não poderá ser compartilhado por e-mail ou redes sociais. Para tanto, veja algumas dicas de como enviar seu vídeo para o YouTube e compartilhá-lo com outras pessoas.Existem diversos cursos que oferecem mais informações sobre produção, edição e compartilhamento de vídeos. Veja as indicações abaixo:

    Como produzir vídeos com celulares e tablets (UFRGS)

    Saber mais

    Criação de videoaulas (IFRS)

    Saber mais

    Atividades

    Após a produção dos conteúdos, é recomendado que o professor disponibilize algumas atividades no ambiente virtual.

    Essas atividades têm objetivo de oportunizar que o aluno reflita sobre o conteúdo abordado e produza algo que demonstre o que ele aprendeu sobre o que foi trabalhado.

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    Existem diversas formas de apresentar uma atividade aos estudantes no Moodle, por exemplo. Pode ser por meio de um questionário, de um exercício de verdadeiro ou falso, de questões de múltipla escolha, da produção de um texto, da interação em fóruns, entre outros. É interessante que o professor conheça as opções de atividades do Moodle ou de outros ambientes a serem utilizados e conheça as formas de feedback de cada ferramenta.

    Um fórum poderá colocar todos os estudantes em contato e contar com a mediação do professor. Uma tarefa poderá ser visualizada apenas pelo professor e exige um feedback individualizado. Um questionário é uma ferramenta que apresenta a possibilidade de feedback automático. Então, o ideal é que o professor possa conhecer os diferentes recursos e diversificar suas estratégias de ensino e aprendizagem, inclusive avaliação, assim como faz em suas aulas presenciais.

    Após definido o tipo de atividade, é importante pensar nas formas de mediação, ou seja, qual a forma de feedback que será oferecida aos estudantes? Em aulas a distância, é a partir do feedback que o estudante consegue compreender que existe uma interação dialógica naquele espaço virtual e também percebe que está sendo acompanhado por seu professor, com isso poderá se sentir mais motivado para prosseguir no desenvolvimento das próximas atividades com qualidade.

    Na hora do feedback, é importante que o professor apresente elementos que considerem a leitura da produção do estudante e destaque aquilo que precisaria ser melhor aprofundado. A teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada, de Reuvein Feuerstein, destaca a importância da mediação nos processos de ensino e aprendizagem. Para Feuerstein, quanto maior a mediação de uma pessoa com elevado conhecimento sobre o assunto, maiores serão as oportunidades dos estudantes alcançarem níveis de desenvolvimento superiores.

    Já falamos sobre a importância de diversificar as atividades e sobre a importância do feedback (mediação). Agora vale ressaltar que essas atividades precisam apresentar enunciados claros, com objetivos bem definidos e com critérios específicos. Veja o exemplo abaixo:

    Olá, estudante!

    Depois de termos trabalhados os tipos de ferramentas para atividades no Moodle, escolha uma das ferramentas apresentadas, crie uma atividade com um enunciado e apresente um objetivo para sua atividade.

    Esta atividade deverá ser entregue até o dia 10 de junho de 2020.

    As correções das atividades serão disponibilizadas até 10 dias a contar da data do término do prazo de entrega.

    Além do registro de frequência, essa atividade possui o peso de 1 ponto.

    Bom trabalho a todos!

    image Docente

    O exemplo acima, apesar de simples, demonstra algumas questões importantes.

    1º - Há uma saudação inicial, a atividade não deve começar com "descreva o conceito de algoritmo", por exemplo. Assim como no ensino presencial, o ambiente virtual requer cordialidade.

    2º - Há referência ao tipo de conteúdo que se está trabalhando e também informa o que o estudante precisará realizar.

    3º - O prazo de entrega da atividade foi descrito, então o estudante saberá que até a data informada poderá realizar a sua produção no ambiente virtual. É importante não colocar o mesmo prazo de entrega para todas as atividades propostas, pois há chances de que os estudantes deixem para realizar o que foi solicitado muito próximo ao prazo final e não haverá muito tempo para que o professor possa auxiliar os estudantes, além de gerar um acúmulo de atividades para corrigir.

    4º - Informar o prazo de feedback é importante para que os estudantes não fiquem esperando um retorno imediato às suas postagens e também para que não enviem mensagens aos professores solicitando um prazo para retorno. Mais importante ainda é cumprir com o prazo de feedback estabelecido.

    5º - Informe aos estudantes quando se trata de uma atividade avaliativa. Muitas das atividades no ambiente virtual possuem como objetivo a fixação dos conteúdos e o registro de frequência, contudo, assim como no ensino presencial, é importante que os estudantes saibam quando estão sendo avaliados. Se todas as atividades possuem um peso, deixe claro ao final do enunciado quanto vale aquela entrega.

    6º - Assim como há uma saudação inicial, há uma saudação final. Esses princípios são os mesmos para outros canais de comunicação, como um e-mail, por exemplo. Você cumprimenta, descreve o que deseja comunicar e se despede.

    Cabe ressaltar que não há necessidade de informar onde o aluno precisará entregar a atividade, pois geralmente os enunciados são disponibilizados nas próprias ferramentas de entrega. Ou seja, o enunciado de um fórum é disposto na ferramenta de atividade ‘Fórum’, por exemplo.Quanto mais conhecimento sobre recursos do ambiente virtual e sobre metodologias de ensino, mais chances há de criação nessa interface.

    Para quem desejar conhecer mais sobre esses assuntos, vale destacar os seguintes cursos ofertados pelo IFRS:

    Abordagens Pedagógicas Modernas na Educação a Distância

    Saber mais

    Educação a
    Distância

    Saber mais

    Moodle Básico
    para Professores

    Saber mais

    O Uso de Aplicativos Web na Construção de Materiais Educacionais

    Saber mais

    Personalização do Ensino a partir de Metodologias Ativas

    Saber mais

    Qualidade de Cursos em Educação a Distância

    Saber mais